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Confira a tabela nacional que define preço gasolina no Piauí por R$ 3,21

A gasolina nos últimos dias se tornou um bem precioso. Por causa das altas vergonhosas nos preços nos últimos meses, foi motivo até de vários protestos em todo Brasil. O que nãoo se entende é como um país que produz tem autonomia na produção de combustíveis fósseis, tenha que passar por esta situação. Logo tudo é ligado aos escândalos em série do governo Dilma, que desenvergonhadamente nega as denúncias, mas parece que tenta tampar o roubo da Petrobras com o dinheiro dos brasileiros.

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) publicou esta semana no Diário Oficial da União a nova tabela com os preços de combustíveis a serem usados como o preço médio ao consumidor em 15 estados e no Distrito Federal, a partir de 1º de março. No Piauí a gasolina foi estabelecida a R$ 3,21 e o diesel R$ 2,82. Não é o estado onde o combustível é mais barato, nem mais caro. No Acre a gasolina chega a R$ 3,74 enquanto no Ceará, é R$ 3,03.

Segundo a Secretária da Fazenda do Distrito Federal, o reajuste médio sofreu o impacto do aumento do PIS/Cofins, com efeito cascata no ICMS. A elevação do PIS/Cofins foi publicada no Diário Oficial da União no fim de janeiro como uma das medidas para o governo federal elevar a arrecadação.

Ao anunciar a medida, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, indicou que o aumento dos dois tributos seria corresponde a R$ 0,22 por litro da gasolina e R$ 0,15 por litro do diesel.

Veja como ficam os novos valores em cada estado (R$/litro):

Acre
Gasolina (R$ 3,74)
Diesel (R$ 3,31)

Alagoas
Gasolina (R$ 3,30)
Diesel (R$ 2,70)

Amazonas
Gasolina (R$ 3,58)
Diesel (R$ 2,85)

Amapá
Gasolina (R$ 3,19)
Diesel (R$ 2,82)

Bahia
Gasolina (R$ 3,34)

Ceará
Gasolina (R$ 3,03)
Diesel (R$ 2,50)

Distrito Federal
Gasolina (R$ 3,45)
Diesel (R$ 2,86)

Espírito Santo
Gasolina (R$ 3,38)
Diesel (R$ 2,79)

Goiás
Gasolina (R$ 3,43)
Diesel (R$ 2,88)

Maranhão
Gasolina (R$ 3,37)
Diesel (R$ 2,88)

Mato Grosso
Gasolina (R$ 3,29)
Diesel (R$ 2,90)

Matro Grosso do Sul
Gasolina (R$ 3,58)
Diesel (R$ 3,09)

Minas Gerais
Gasolina (R$ 3,36)
Diesel (R$ 2,84)

Pará
Gasolina (R$ 3,39)
Diesel (R$ 2,96)

Paraíba
Gasolina (R$ 3,25)
Diesel (R$ 2,79)

Pernambuco
Gasolina (R$ 3,25)
Diesel (R$ 2,79)

Piauí
Gasolina (R$ 3,21)
Diesel (R$ 2,82)

Paraná
Gasolina (R$ 3,28)
Diesel (R$ 2,75)

Rio de Janeiro
Gasolina (R$ 3,47)
Diesel (R$ 2,84)

Rio Grande do Norte
Gasolina (R$ 3,32)
Diesel (R$ 2,78)

Rondônia
Gasolina (R$ 3,50)
Diesel (R$ 3,05)

Roraima
Gasolina (R$ 3,16)
Diesel (R$ 2,86)

Santa Catarina
Gasolina (R$ 3,33)
Diesel (R$ 2,76)

São Paulo
Gasolina (R$ 3,15)
Diesel (R$ 2,75)

Sergipe
Gasolina (R$ 3,25)
Diesel (R$ 2,83)

Tocantins
Gasolina (R$ 3,40)
Diesel (R$ 2,81)

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Sine oferece mais de 550 vagas para emprego no Piauí

Do total de oportunidades, 21 vagas são para pessoas com deficiência.
Interessados devem levar documentação para realizar processo seletivo.

O Serviço Nacional de Empregos (Sine) no Piauí está realizando processo seletivo para selecionar 531 vagas de emprego e mais 21 oportunidades exclusivas para portadores de deficiência. A maioria das vagas são para operador de telemarketing (420), mas outras profissões como assistente administrativo, pedreiro, vendedor, faturista, agente de pesquisa, auxiliar de limpeza também estão sendo requisitadas (Confira a lista completa).

Os interessados em uma das vagas precisam estar cadastrados no site do órgão, pois somente com esse registro poderão adquirir a carta de encaminhamento a vaga disponível ou comparecer a uma das agências do Sine (Centro, Dirceu, Parque Piauí,  e Espaço Cidadania, no turno da manhã, munidos dos seguintes documentos: carteira de trabalho e previdência social, carteira de identidade, cadastro de pessoa física, PIS ou PASEP, comprovante de escolaridade (certificado ou declaração da escola), comprovante de residência/moradia, carteira de habilitação (se dirigir moto ou veículo) e certificados de cursos de qualificação profissional (se possuir).

Para mais informações entre em contato com o Sine através do telefone 0800 086 6060 ou pelo site. O Sinefica localizado na Av. José dos Santos e Silva, nº 1380, Centro de Teresina.

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Com fim do Horário de Verão no Brasil, saiba o que vai mudar no Piauí

Em vista de economizar energia elétrica e poupar uma parte da água dos reservatórios das hidrelétricas das regiões Sul e Sudeste do Brasil, o Governo Federal implantou, em 19 de outubro do ano passado, o Horário de Verão no país. A previsão é que termine às 0h do domingo (22) deste mês. E as únicas alterações de horários no Piauí, serão nas agências bancárias e na programação de televisiva.

Como o Piauí não aderiu às mudanças significativas nos horários de funcionamento de certosserviços, estes devem seguir normalmente. Exceto as agências bancárias, que no Horário de Verão funciona, para o expediente externo, de 9h às 15h, e no horário normal, passa a funcionar, das 10h às 16h, e também as grades da programação de algumas emissoras de televisão, as empresas afiliadas de rede nacionais devem se adequar aos horários propostos.

Apesar das regiões Norte e Nordeste não terem aderido ao Horário de Verão, muitos estabelecimentos, que tem abrangência nacional, tiveram os horários alterados, seguindo assim o horário de Brasília, dentre eles estão: os aeroportos, as agências dos correios, as agências bancárias, a programação televisa e até mesmo provas de concurso público.

Com o fim do Horário de Verão, que foi considerado o mais longo até então, foram 126 dias, os horários serão uniformizados, isto é, seguirá apenas um horário para todo o país. E para isso, todos os estados que aderiram ao Horário de Verão, que foram apenas o Distrito Federal e 11 estados, como o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins, deverão atrasar em uma hora os relógios. Já os demais estados situados no Norte e Nordeste deverão se atentar para mudanças no funcionamento dos serviços propostas para cada estado.

O Governo Federal buscou prorrogar o Horário de Verão, porém, desistiu após dados indicarem que a economia de energia gerada, neste período, não valeria a pena. E apontou ainda, que só no último Horário de Verão ocorrido, foi possível gerar uma economia de R$ 160 milhões para toda a sociedade, principalmente, para o setor industrial.

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Piauí recebe investimento de R$ 1,8 bi em energia eólica

O governador Wellington Dias se reuniu na manhã de ontem com representantes da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), da Eletrobras Distribuição Piauí, da Casa dos Ventos e da empresa Contour Global Latam (maior empresa de investimento em energia eólica da América Latina).

De acordo com a CEO da empresa Contour Global Latam, Alessandra Marinheiro, durante a reunião foi apresentado ao governador os projetos de investimentos em energia eólica que estão sendo realizados no Piauí.

“Somos a Contour Global que, em parceria com a Chesf, estamos investindo em torno de R$ 1,8 bilhão em projetos eólicos na região da chapada do Piauí, nos municípios de Marcolândia, Simões e Padre Miguel.

Esses investimentos estão em andamento e os parques entram em operação neste ano ainda, contribuindo com a geração de energia para o país no momento crítico que o mesmo precisa de energia e viemos agradecer ao governador e ao Estado por nos receber e apoiar um investimento tão importante para o Brasil e para o Estado”, disse Alessandra.

De acordo com o governador Wellington Dias, o Piauí tem um grande potencial para receber esses investimentos, que não se limitam somente na questão da energia renovável, mas também na questão social, gerando emprego e renda para a sociedade.

“O Brasil vive hoje uma escassez de energia e o Piauí, na divisa com o Ceará, Pernambuco, Bahia, Tocantins e Maranhão, tem um potencial gigante. Aqui no Piauí, o grupo faz um investimento de R$ 1,8 bilhão para a geração de energia.

É um investimento da ordem de R$6 bilhões com varias empresas que ali na região de Marcolândia, Caldeirão Grande, Simões, Curral Novo, Caridade e Queimada Nova já estão em fase de investimento, gerando emprego e renda para as sociedade, gerando também uma parceria social.

Uma delas na área da educação, para que tenhamos o apoio financeiro para instalar qualificação profissional, para termos profissional para trabalhar nesta área. Além da qualificação dos nativos para diversos arranjos produtivos”, explicou o governador.

Energia pode gerar “riqueza econômica”, diz Wellington

O governador Wellington Dias enalteceu as energias limpas durante reunião com investidores na área de energia eólica no Piauí. Ele destacou que acredita que o Estado tem um potencial para ter riquezas econômicas a partir de todas as matrizes energéticas.

“Sempre tive uma paixão muito grande por energias limpas, energias renováveis. Ainda quando vereador, deputado estadual, acompanhei um projeto que iluminou vários pontos da cidade de Lagoa do Barro, na região de São João do Piauí, que ficava a 100 quilômetros do ponto de energia.

Aliás, naquela época foi capa da revista Veja e, se não me falha a memória, foi um vaqueiro encourado assistindo televisão a partir de energia solar que abastecia o posto de saúde, iluminava a praça, que garantia as condições de um televisão.

Até que veio a energia elétrica, por coincidência quando eu fui governador. Devo assim dizer da minha paixão, acho que o Piauí tem condições de ter uma riqueza econômica espetacular a partir do Sol, de energia solar, do vento de energia eólica, da água, energia hidrelétrica, da produção com plantas, de biomassa e da termoelétrica, a partir do gás e petróleo e também do álcool”.

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Governo quer aumentar multa para empregador que não assinar carteira

Projeto será enviado ao Congresso. Ministério do Trabalho lança campanha e prevê receita extra de R$ 2,5 bilhões

BRASÍLIA – Para aumentar a arrecadação, o Ministério do Trabalho (MTE) lançou nesta quarta-feira uma campanha que vai apertar o cerco às empresas, com meta de formalizar 400 mil trabalhadores este ano. A previsão da pasta é obter uma receita extra de R$ 2,5 bilhões em receitas previdenciárias e para o FGTS. A pasta também anunciou que enviará ao Congresso Nacional um projeto de lei para corrigir a a multa cobrada dos empregadores, em caso de empregado sem carteira assinada. O valor da multa em R$ 402,53 por trabalhador identificado em situação irregular não é corrigido há 20 anos, segundo o ministério. O índice para o reajuste não foi informado.

— A formalização é pré-requisito para o acesso a direitos — disse o secretário de Inspeção do Trabalho, Paulo Sérgio de Almeida..

Ele explicou que o plano faz parte de um conjunto de ações para modernizar o Ministério, com base na fiscalização eletrônica. Segundo dados do MTE, existem 14 milhões de trabalhadores assalariados na informalidade, o que resulta em uma renúncia de R$ 88,8 bilhões em valores sonegados.

O plano terá como foco setores com maior índice de informalidade, com base nas pesquisas do IBGE. Serão alvos da fiscalização os municípios de maior concentração de trabalhadores informais, onde serão notificadas 554 mil empresas, por mala direta.

Além da campanha pela formalização, os fiscais do trabalho iniciaram nesta semana a cobrança da dívida das empresas que deixaram de depositar o FGTS dos trabalhadores. A projeção é recuperar R$ 2,6 bilhões. Ao todo, a receita extra poderá chegar a R$ 5,2 bilhões em 2015.

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Desemprego cai em 2014 e chega a 6,8% no Brasil, segundo dados do IBGE

O desemprego no Brasil no ano passado teve média de 6,8%, queda em comparação com 2013, quando foi de 7,1%, segundo o IBGE. Em 2012, no início da série histórica, o desemprego médio foi de 7,4%.

 

No 4º trimestre de 2014, o desemprego chegou a 6,5%, registrando aumento na comparação com o mesmo período de 2013, quando foi de 6,2%. No trimestre anterior, o índice era de 6,8%.

Os dados fazem parte da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) e foram divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (10). Ela leva em conta dados de 211.344 domicílios particulares permanentes distribuídos em cerca de 3.500 municípios.

Nesta terça-feira, o IBGE também divulgou o nível de emprego na indústria brasileira em 2014. O índice caiu 3,2% no ano passado, a terceira queda anual seguida.

Desemprego é maior entre mulheres e jovens

Segundo o IBGE, a taxa de desemprego entre mulheres é maior que a dos homens nas cinco regiões pesquisadas. No 4º trimestre, o nível entre as mulheres atingiu 7,7%, enquanto o dos homens foi de 5,6%.

O desemprego entre jovens de 18 a 24 anos permaneceu maior do que a média total, chegando a 14,1% no último trimestre do ano passado.
Cresce o número de carteiras assinadas

A taxa de trabalhadores com carteira assinada chegou a 77,7% no 4º trimestre de 2014, aumento de 0,6 ponto percentual em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Também aumentou o número de carteiras assinadas entre os trabalhadores domésticos, passando de 31,1% para 32,1%.

Desemprego foi de 4,8% segundo PME

No final de janeiro, o IBGE divulgou que o desemprego foi de 4,8% em 2014, de acordo com a PME (Pesquisa Mensal de Emprego). A pesquisa é baseada nos dados das regiões metropolitanas de Recife (PE), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS).

O IBGE cogitou acabar com a PME em 2015, substituindo-a pela Pnad Contínua Mensal, que é mais abrangente. O instituto decidiu mantê-la, porém, porque a Pnad Contínua é realizada há pouco tempo, tendo começado em 2012.

Assim, neste ano o IBGE vai divulgar duas pesquisas mensais de emprego, a PME e a Pnad Contínua Mensal, além da Pnad Contínua, com dados trimestrais.

Meta de criação de empregos não foi atingida

O Brasil teve criação de 396.993 vagas com carteira assinada em 2014, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego no mês passado.

resultado ficou bem abaixo da meta do governo, que era de 1 milhão, e foi o menor desde 2002.

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Barragens do Piauí estão com apenas 32% de sua capacidade total

Segundo o Dnocs, 13 reservatórios estão com menos de 20%.
Baixa média pode comprometer atividades econômicas ao longo de 2015.

Apesar das chuvas que caem no Piauí, as barragens do estado administradas pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS) estão com apenas 32% de sua capacidade. Segundo o diretor do órgão no Piauí, Aloísio Gomes, a média esconde uma realidade ainda mais preocupante, já que apenas os grandes reservatórios estão bem abastecidos.

“Esses 32% estão concentrados em cinco grandes barragens: Jenipapo, Salinas, Caldeirão, Bocaina e Pedra Redonda. Os reservatórios menores estão com um nível ainda mais baixo. Se estivessem todos com 32%, seria bom. Estive em uma reunião na Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) sobre a seca e existe um possibilidade de 55% que as chuvas deste período sejam abaixo da média”, afirmou o Aloísio.

A barragem de Salinas em São Francisco do Piauí, a maior do estado com 387 milhões de metros cúbicos, estava no fim no mês de janeiro com 69% de sua capacidade. O açude do Jenipapo, em São João do Piauí, bateu 48%. Em compensação, existem 13 barragens com menos de 20% de média e dessas, sete estão com menos de 10%.

Esses reservatórios abastecem milhares de pessoas ao redor de sua extensão, perenizam rios e sustentam dezenas de atividades econômicas como pecuária, piscicultura, agricultura irrigada etc. Para o diretor do Dnocs no Piauí, Aloísio Gomes, o funcionamento desses arranjos produtivos está ameaçado por conta das poucas chuvas.

“Vai ser um ano complicado para essas atividades. Bocaina, Pedra Redonda e muitas outras perenizam rios que abastecem a população que mora ao logo do leito do rio. Com esse nível baixo, essa perenização fica comprometida porque teremos de  diminuir a vazão das barragens para que os reservatório não fiquem em um nível crítico”, finalizou.

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Dólar encostou em R$ 2,75 e atinge o maior valor em dez anos

A cotação é a mais alta desde 17 de março de 2005

Em um dia de muita turbulência nos mercados internacionais, a moeda norte-americana encostou em R$ 2,75 e fechou no maior valor em dez anos. O dólar comercial subiu 1,78% (R$ 0,048) e encerrou a sessão vendido a R$ 2,742. A cotação é a mais alta desde 17 de março de 2005, quando tinha fechado em R$ 2,752.

A moeda registrou alta durante todo o dia, mas a cotação acelerou-se a partir das 11h, depois que a renúncia da presidenta da Petrobras, Graça Foster, e de cinco diretores da empresa foi oficialmente confirmada. Na máxima do dia, por volta das 16h, o dólar foi vendido a R$ 2,748.

Também contribuiu para a alta da moeda a divulgação de que a economia norte-americana gerou mais empregos em dezembro do que o inicialmente informado. No último mês de 2014, os Estados Unidos criaram 253 mil postos de trabalho, contra 12 mil inicialmente informados.

Uma recuperação mais forte da atividade nos Estados Unidos abre caminho para que o Federal Reserve (Fed), o Banco Central norte-americano, aumente os juros da maior economia do planeta. Juros mais altos nos Estados Unidos reduzem o fluxo de recursos para países emergentes, como o Brasil, pressionando o dólar para cima.

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Governo deverá ser mais flexível quanto aos critérios para trabalhadores terem acesso ao seguro desemprego

O governo deve recuar e ser mais flexível quanto às exigências para trabalhadores demitidos terem acesso ao seguro desemprego.

A proposta deve ser formalizada nesta terça-feira (03), em reunião que ocorrerá as 17h entre representantes de entidades sindicais e ministros designados pela presidente Dilma Rousseff.

No final do ano passado Dilma editou a medida provisória que determina o aumento n número de meses trabalhados para que uma pessoa demitida possa ter acesos ao benefício. Hoje é necessário comprovar pelo menos seis meses de vínculo empregatício para ter acesso ao seguro.

Na mudança anunciada em 2014, o vínculo aumentaria para 18 meses, ou seja, menos pessoas teriam acesso ao benefício.

A equipe de ministros deverá aceitar na reunião de hoje um meio termo e fixar em 12 meses trabalhados nos últimos 36 meses, o requisito para que uma pessoa demitida possa requerer seguro desemprego.

 

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Mensagem de Dilma pede apoio do Congresso para valorização do salário mínimo

“A redução das desigualdades, a eliminação da pobreza e a ampliação dos direitos sociais são marcas fundamentais do meu governo, às quais jamais poderemos renunciar. Ajustes fazem parte do dia a dia da política econômica, bem como do cotidiano de empresas e pessoas, ajustes nunca são o fim em si mesmos, são medidas necessárias para atingir um objetivo de médio prazo, que, em nosso caso, permanece o mesmo: crescimento econômico com inclusão social. Não promoveremos recessão, nem retrocesso”, disse a presidenta, na mensagem.

O texto enviado pela presidenta aos parlamentares foi entregue hoje (2) pelo ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e lido pelo primeiro-secretário da Mesa do Congresso Nacional, deputado Beto Mansur (PRB-SP). A leitura do texto durou mais de uma hora, e a mensagem fez um longo balanço de todas as ações do governo em áreas como economia, educação, saúde, segurança, infraestrutura e política internacional.

Presidente da Câmara, Eduardo Cunha; ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil); presidente do Senado, Renan Calheiros, e Ricardo Lewandowski (STF) na abertura do ano legislativo (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ministro Aloizio Mercadante, e os presidentes do Senado, Renan Calheiros,
e  do  STF,  Ricardo  Lewandowski,  na  abertura  do  ano  legislativo      Fabio  Rodrigues  Pozzebom/Agência  Brasil

Na mensagem, a presidenta fez uma análise da atual situação econômica do país e destacou as medidas que estão sendo adotadas pelo governo. Ela ressaltou que o controle da inflação será prioridade da gestão macroeconômica e garantiu que o governo vai preservar as metas de todas as políticas sociais como o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida, o Mais Médicos, o Ciência Sem Fronteiras e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). “A razão de ser da gestão responsável e consistente da política econômica é estimular o crescimento e dar meios para execução de políticas que melhorem o bem-estar da população”.

Segundo ela, o governo absorveu a maior parte das mudanças no cenário econômico e climático em suas contas fiscais, para preservar o emprego e a renda, mas agora chegou a um limite. “Estamos diante da necessidade de promover um reequilíbrio fiscal para recuperar o crescimento da economia o mais rápido possível, criando condições para a queda da inflação e da taxa de juros no médio prazo, garantindo, assim, a continuidade da geração de emprego e renda.”

A presidenta também destacou o incremento na capacidade de geração e transmissão de energia e a inclusão de fontes alternativas e limpas como a solar e a eólica. “Isso mostra que estamos fazendo os investimentos necessários para assegurar a oferta de energia em níveis necessários para o crescimento do país”, ressaltou. Dilma voltou a garantir a disposição do governo em ajudar o governo de São Paulo em obras para garantir o abastecimento de água no estado. “A mesma disposição se estende às demais unidades da Federação, especialmente da Região Sudeste, fortemente afetada pela maior seca das últimas oito décadas.”

Outra medida que será encaminhada ao Congresso Nacional, de acordo com a presidenta, é uma proposta de alteração da Constituição para que a segurança pública se torne atividade comum de todos os estados. Ela também destacou que o governo vai adotar medidas para combater a corrupção e a impunidade no país e apoiar a reforma política.

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Fonte: Agência Brasil

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