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Chesf vai implantar linha de transmissão de Picos a Tauá

51fd2543-b48a-49a7-bd15-2209cfdbcc06A Estatal anunciou investimento da ordem de R$ 633 milhões para construir nove linhas detransmissão e mais nove subestações. Além disso, 374 quilômetros de linhas serão recuperadas.

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) vai investir R$ 633 milhões na expansão do seu sistema de transmissão de energia este ano. Os recursos serão empregados na construção de nove linhas de transmissão (LT) – totalizando 1.411 quilômetros (km) de novas linhas – e 374 km de linhas que serão recuperadas, além da implantação de nove subestações.

“Os recursos empregados são próprios e fazemparte do programa de expansão da empresa. É preciso manter a posição da Chesf no mercado nacional”, disse o superintendente de Projetos e Construção de Transmissão da estatal, José Nilton.

A construção desses empreendimentos beneficiará os Estados do Piauí, Ceará, Bahia, Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba, contribuindo para o reforço no abastecimento elétrico do Nordeste. O investimento total previsto para ser realizado pela estatal é de R$ 1,07 bilhão, sendo R$ 239 milhões na área de geração de energia, R$ 96 milhões em infraestrutura e R$ 110 milhões no reassentamento de Itaparica.

Dentre as novas linhas de transmissão que serão implantadas estão: a de Picos/Tauá, na divisa dos Estados do Piauí e Ceará, Ibicoara/Brumado, Eunápolis/Teixeira de Freitas II, Funil/Itapebi, todas na Bahia, Jardim/Penedo, entre Sergipe e Alagoas, Paraíso/Açu II, no Rio Grande do Norte, além das novas linhas Pau Ferro/Santa Rita II, em meio a Pernambuco e Paraíba, e Paulo Afonso III/Zebu II, em Alagoas.

Também serão implantadas as novas subestações de Ibicoara, Brumado e Teixeira de Freitas II, na Bahia, as de Zebu II, em Alagoas, Natal III, no Rio Grande do Norte, e Santa Rita II, na Paraíba, incluindo também ampliações nas subestações terminais. A Chesf também vai construir uma subestação no complexo industrial e portuário de Suape, o que vai resultar no aumento das linhas de alta tensão naquele local.

Também fazem parte dos novos investimentos a implantação da linha que ligará as subestações São Luís II e III, no Estado do Maranhão. Esses últimos empreendimentos contarão com financiamento bancário e aporte pelas empresas sócias.

INVESTIMENTOS
A Companhia ficou também responsável pela implantação da Subestação Camaçari IV, na Bahia, que fica na região do polo petroquímico de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, a qual vai demandar investimentos da ordem de R$ 78 milhões.

Ainda nos empreendimentos previstos está a implantação dos reforços nas subestações Fortaleza e Fortaleza II, no Ceará, onde ocorrerá a substituição de disjuntores, transformadores de corrente e a aquisição de novos equipamentos para suportar os novos requisitos do sistema.

“Os dados acima mostram, em um ambiente competitivo, que a Chesf tornou-se uma empresa de sucesso e atuação nacional. Hoje o nome Chesf é tido como referência no Setor Elétrico brasileiro”, comentou José Nilton.

A Chesf é uma das maiores empresas do setor elétrico com grande sistema de transmissão de energia elétrica em alta tensão do País, composto por mais de 20 mil quilômetros de linhas operando nas tensões de 500, 230, 138 e 69 quilovolts (kV), que interliga os Estados do Nordeste com os sistemas das outras regiões do País. A estatal tem 110 subestações e um parque gerador de energia no Rio São Francisco com capacidade para produzir 10 mil megawatts (MW) de energia.

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As obras para usinas eólicas em Lagoa do Barro-Pi

35802c8b96O Instituto de Terras do Piauí (Interpi) e a Atlantic Energias Renováveis acertaram, na quinta-feira (27), na sede do Instituto, os termos do convênio que prevê a regularização fundiária de 3 mil hectares de terras para instalação do Parque Eólico da empresa no município de Lagoa do Barro. Com isso, a Atlantic, sediada em Curitiba (PR), vai realizar todo o trabalho de campo e ainda repassará para o órgão a quantia de R$ 50 por cada hectare regularizado.

As obras em Lagoa do Barro estão previstas para iniciar em junho de 2016 e deverão durar, aproximadamente, dois anos. No auge da obra, serão gerados 800 empregos direitos e quase 2.000 indiretos. Na primeira fase, o investimento vai gerar 195 megawatts de potência instalada. O parque será interligado ao sistema nacional de energia.

“Recebemos os representantes da área jurídica da Atlantic e propusemos a realização de um convênio que prevê a realização do trabalho de campo pela própria empresa devido à dificuldade momentânea do órgão em atender a empresa com a agilidade que ela precisa. Após a realização do trabalho, eles vão trazer para o Interpi analisar e, se tiver de acordo, os títulos serão emitidos. Esta é uma ação inédita no Piauí que foi inaugurada com o primeiro convênio assinado com a Casa dos Ventos”, explicou o diretor-geral do Instituto, José Osmar Alves.

As obras em Lagoa do Barro estão previstas para iniciar em junho de 2016.

Segundo o diretor, as famílias que vivem nas terras que serão regularizadas pela empresa vão ser beneficiadas com os títulos e com os contratos de locação e continuarão a trabalhar nas áreas, sem problemas. “O Estado vai economizar com o trabalho de campo, como o levantamento cadastral das famílias e georreferenciamento das áreas, recebendo ainda 50 reais por hectare regularizado. Este dinheiro será destinado ao Interpi para dar continuidade ao trabalho em benefício dos pequenos agricultores”, falou José Osmar.

“Nessa visita, tivemos um retorno muito positivo do Instituto de Terras do Piauí (Interpi) no sentido de nos dar total apoio no processo de titulação destas terras para a instalação do complexo eólico de Lagoa do Barro”, disse Edigar Cavalcante de Albuquerque Neto, advogado da Atlantic Energias Renováveis.

Vantagens
O advogado falou das vantagens do trabalho para as famílias que moram nas áreas que serão regularizadas e para o poder público. “Toda vez que um empreendimento de energia eólica se estabelece numa região, surgem vários benefícios: O primeiro de todos é a renda anual que é disponibilizada aos proprietários das terras. O parque paga o aluguel pelas instalações das estruturas. Outro benefício são as melhorias das estradas rurais e os empregos gerados no momento da instalação. Depois, quando o projeto entra em funcionamento, uma parte do faturamento gera tributos para o Estado, União e para os municípios”, falou Edigar Cavalcante.

Ele afirmou que o parque não compra as áreas. As terras permanecem sendo dos proprietários que vivem no local. “O parque vai remunerar com uma média de 300 a 400 reais o hectare atingido. Os proprietários que arrendaram suas terras recebem, independente de ser instalados geradores ou não. Quando as propriedades são atingidas por estruturas como estradas, linhas e subestações, os proprietários recebem proporcionalmente a estas estruturas”, afirmou Edigar.

Ele revelou que as regiões com bons ventos no Piauí são consideradas muito propícias para a geração de energia. “Tecnicamente, os ventos vão de 8 a 9 metros por segundo, uma potência muito interessante. O barulho dos ventos no alto da serra é mais elevado do que o valor recomenda pelo OMS. Todos os impactos do parque eólico são mitigáveis e muito pequenos se comparado com os benefícios que trazem. Se comparada com as hidrelétricas e termelétricas, o sistema eólico não gera impacto. A cada vez que a eólica entra em funcionamento, torna-se menor a dependência do Brasil às termelétricas que são poluentes”, afirmou o advogado.

A Atlantic é composta pelo fundo de investimentos Atis Brasil, pela Pattac Empreendimentos e Participações e pela empresa espanhola Servinoga, que tem vários negócios na Europa. A segunda fase do projeto da empresa, que está prevista para entrar nos leilões em 2016, inclui os municípios de Queimada Nova (PI), Afrânio (PE) e Casa Nova (BA).

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Deputado cobra retomada das obras da Vila Olímpica de Parnaíba.

O deputado estadual Dr. Hélio Oliveira (PTC) ocupou a tribuna, nesta quarta-feira (15), para cobrar a retomada das obras da Vila Olímpica de Parnaíba, que atualmente encontram-se paradas por tempo indeterminado. Devido a problemas no projeto, a construção é alvo de fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) desde setembro de 2013. Se tivesse sido concluída, a Vila serviria de apoio para os jogadores que participaram da Copa do Mundo de 2014, bem como servir de espaço para treinamento por parte de atletas locais.

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“Estaremos pedindo ao governador Wellington Dias para que sejam retomadas as obras da Vila Olímpica de Parnaíba. Dois anos após o começo das obras, o local virou símbolo de desperdício de dinheiro público. Já foram gastos cerca R$ 3,5 milhões e apenas cerca de 2% do previsto no projeto inicial foi concluído. A população de Parnaíba merece uma obra grandiosa como esta, e iremos lutar para isso”, argumenta Dr. Hélio.

A Vila Olímpica de Parnaíba foi idealizada em 2008, mas as obras só começaram em junho de 2012, com a terraplanagem da área. O órgão fiscalizador determinou a suspensão dos repasses federais devido à ausência de estudo de viabilidade técnica e econômica.

A Vila Olímpica de Parnaíba terá 98 mil metros quadrados, sendo erguida no prolongamento da Avenida São Sebastião. O projeto prevê a construção de um estádio com capacidade para 40 mil pessoas, um ginásio para 10 mil expectadores, além de quadras de tênis, piscinas e outras estruturas esportivas e de um estacionamento para 300 carros.

Da Redação
redacao@cidadeverde.com

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Governo do Piauí projeta a conclusão de duplicação das BR’S em 2016

A proposta é que os parlamentares atuem na liberação de R$ 90 milhões para a conclusão

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O Governo do Estado do Piauí está planejando a conclusão das obras de duplicação das BRs 316 e 343 para o primeiro semestre do ano de 2016. O anúncio foi feito pelo governador Wellington Dias (PT) durante uma reunião com a bancada federal piauiense realizada em Brasília. A proposta feita por ele é que os parlamentares atuem na liberação de R$ 45 milhões neste ano e mais R$ 45 milhões em 2016, completando os R$ 90 milhões que serão necessários para a conclusão da obra em Teresina.

A gestão estadual não possui mais intenção de realizar a obra sozinha e defende o alargamento com ônus para o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) através dos Ministérios de Transportes. A BR-343 tem chance de uma liberação mais rápida dos recursos por estar inserida na terceira etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 3).

Já a BR-316 terá a parte urbana até o posto da polícia Rodoviária Federal (PRF), duplicada pelo Governo do Estado através do Departamento Estadual de Estradas e Rodagens (DER). Os recursos para esta duplicação são oriundos de contrato de empréstimo anual, sendo que a parte seguinte será feita com 90% de recursos da União e 10% aplicados pelo Estado. A proposta foi apresentada pelo governador ao Ministro de Transportes, Antônio Carlos Rodrigues durante a reunião em Brasília.

A construção do rodoanel também foi rebatida durante o encontro do governador com os parlamentares federais e foi informado que a Secretaria Estadual dos transportes e o Incra estão procurando resolver a pendência judicial que embarcou a obra em 2014. Um assentamento do Incra questiona o valor das indenizações pagas e a conclusão de uma nova negociação é aguardada para este mês para cumprir a previsão de entrega da obra para o início de 2016.

Fonte: Com informações do Jornal MN

Publicado Por: Lanna Pontes

 

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Governo federal visita obras no Piauí, Entre as obras incluídas na visita dos técnicos de Brasília está o Porto de Luís Correia.

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Está confirmada para o fim de fevereiro a visita de técnicos da Empresa de Planejamento e Logística (ELP), ligada ao Ministério do Planejamento, que avaliarão as obras desenvolvidas no Piauí com recursos do PAC 2 e dos programas de investimentos em rodovias, ferrovias e portos do Governo Federal.
A equipe da EPL será acompanhada pelos técnicos da Secretaria Estadual dos Transportes (Setrans) e pelo próprio secretário Avelino Neiva. A ideia do Governo do Estado é apresentar todas as principais obras que estão em andamento nas rodovias e ferrovias do Piauí, com prioridade para a recuperação da linha férrea existente entre Teresina e o litoral, além de apresentar o projeto de viabilização da hidrovia do Parnaíba.
Segundo o secretário dos Transportes, Avelino Neiva, a visita dos técnicos da EPL dará a oportunidade para que o Governo do Estado mostre in loco o que está sendo feito e o projeto de desenvolvimento pensado para o Piauí, com destaque para a transformação do rio Parnaíba num verdadeiro escoadouro de mercadorias, interligando pontos diversos do Estado e reduzindo os custos no transporte da produção.
“Nós estamos em plena formatação no país do PAC 2 e o governador Wilson quer incluir outras obras, além das já acordadas com a presidenta da República, como a ferrovia Teresina – Altos – Luís Correia, que já começamos a restaurar com R$ 20 milhões do próprio Tesouro Estadual, mas para qual queremos um aporte de recursos  maior para ampliar o projeto. Fora a apresentação que faremos da hidrovia do rio Parnaíba, percorrendo as grandes cidades do eixo do rio, mostrando aos técnicos da Empresa de Planejamento do Governo Federal a viabilidade do projeto e como ele será um divisor no desenvolvimento do Piauí”, esclarece.
De acordo ainda com o secretário dos Transportes, a EPL enviará um especialista em ferrovias para avaliar a construção de um ramal ferroviário a partir do trecho da Transnordestina em Eliseu Martins, fazendo uma ligação entre Itaueira e Floriano, e aproveitando, a partir desse ponto, a navegabilidade do Parnaíba, transformando o rio numa via de escoamento da produção do Estado. “A ideia é que o que é produzido no Estado e recebido circule por todo o Piauí e que sejam embarcadas no Porto de Luis Correia”, afirma.
Porto
Entre as obras incluídas na visita dos técnicos de Brasília está o Porto de Luís Correia. A presidenta da República, Dilma Rousseff, através da Secretaria Especial dos Portos (SEP), já autorizou a realização da primeira etapa das obras do cais do Porto de Luís Correia. A definição foi tomada após reunião entre representantes do Ministério do Planejamento, SEP e Empresa de Planejamento e Logística do Governo Federal, quando o novo projeto do porto foi aprovado. O investimento é de R$ 110 milhões e conta com recursos do Orçamento Geral da União. Esta é uma das etapas para transformar o porto em referência na navegação de cabotagem, ou seja, transporte feito por navios nacionais entre portos do mesmo país.
“O Porto de Luís Correia é estratégico por sua localização e, juntamente com a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Parnaíba, a instalação de portos secos dará condições de o Piauí se destacar na área de logística”, disse o governador Wilson Martins.
O Porto de Luís Correia está numa lista de 14 equipamentos portuários marítimos que têm recursos garantidos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para obras de dragagem, aprofundamento e adequação da navegabilidade nos canais de acesso. As demais etapas para a conclusão do porto de Luís Correia são a construção do molhe (R$ 247 milhões) e dragagem (R$ 51 milhões).
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Antônio Félix anuncia melhorias na obra da Barragem do Poti.

afcastelo83-300x250eO deputado estadual Antônio Félix (PSD) aproveitou a oportunidade do encontro “Ouvindo o Piauí” realizado neste sábado (18/05) na cidade de Castelo do Piauí para anunciar que há novidades no processo de construção da Barragem do Poti que fica entre Castelo e Juazeiro.

Ao saber da notícia da sentença do TCU, Antônio Félix disse que procurou imediatamente o presidente do Instituto de Desenvolvimento do Piauí (IDEPI), Elizeu Aguiar e este falou que vai declarar nulo o novo processo e revalidar a licitação que já estava iniciada para acelerar a construção da obra que já foi incluída no PAC.

“Este é um sonho de 50 anos. Nós vestimos esta camisa e não vamos só iremos parar de lutar que a obra foi concluída”, destacou o parlamentar.

(Redação Teresina)
Publicado Por: Martha Pires

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Abengoa é a maior vencedora do leilão de LTs, que teve quatro lotes sem ofertas

Deságio médio do certame ficou em 11,96%. Subsidiárias da Eletrobras não arremataram nenhum empreendimento, apesar de estarem em 10 consórcios

Carolina Medeiros, da Agência CanalEnergia, Planejamento e Expansão 10/05/2013

A Abengoa foi a maior vencedora do leilão de linhas de transmissão, que teve quatro lotes – D, E, F e J – sem receber propostas. A espanhola arrematou os lotes B, C e I, sendo que este último é composto por linhas de transmissão e subestações do sistema pré-Belo Monte e teve deságio de apenas 5,02%. O lote H, que também continha empreendimentos relacionados à hidrelétrica foi arrematado pela Isolux, com deságio de 15,10%. As subsidiárias do grupo Eletrobras, apesar de participarem de 10 dos 11 consórcios aptos a concorrerem no leilão, não venceram nenhum lote. O certame teve um deságio médio de 11,96%.

Apesar dos consórcios predominarem entre os participantes aptos ao leilão, apenas o Consórcio Gilbués, formado pela Engeglobal Construções (50%) e Bimetal Indústria Metalúrgica (50%), saiu vencedor do lote A. O lote continha a LT 500 kV Gilbués II – São João do Piauí, com 408 quilômetros de extensão e localizada no estado do Piauí. Os demais vencedores foram empresas que participaram individualmente. Além da Abengoa e da Isolux, a Neoenergia ficou com o lote G, composto pela LT 500 kV Campina Grande III – Ceará Mirim II, de 196 quilômetros de extensão e que passará pelos estados da Paraíba e Rio Grande do Norte.

Dos lotes que ficaram sem receber proposta, o F, formado pela LT 500 kV Araraquara 2 – Fernão Dias, com 241 quilômetros de extensão, e pela subestação Fernão Dias, em São Paulo, serviria como reforço para o escoamento da energia das hidrelétricas do Rio Madeira e de Belo Monte. Os demais lotes – D, E e J – continham linhas de transmissão e subestações em São Paulo e Goiás.

Os dez lotes juntos tinham previsão de investimentos da ordem de R$ 5,3 bilhões, com geração de 18.356 empregos diretos. O prazo de conclusão das obras variava entre 22 e 36 meses e os contratos de concessão são de 30 anos. No leilão, estavam presentes no total 17 linhas de transmissão e quatro subestações localizadas em 11 estados – Ceará, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins. A Receita Anual Permitida máxima era de R$ 586 milhões. Nove empresas e 11 consórcios foram habilitadas a participarem do certame, que aconteceu nesta sexta-feira, 10 de maio, na Bolsa de Valores de São Paulo. Veja abaixo o resultado final do certame por lote:

Lote A – Piauí

LT 500 kV Gilbués II – São João do Piauí, 408 km.
Proponente Vencedor: Consórcio Gilbués
Deságio: 23,17%
RAP final: R$ 34.550.000,00

Lote B – Piauí, Pernambuco e Ceará

LT 500 kV São João do Piauí – Milagres II C2, 400 km;
LT 500 kV Luiz Gonzaga – Milagres II C2, 230 km.
Proponente Vencedor: Abengoa Concessões Brasil Holding
Deságio: 16,50%
RAP final: R$ 49.030.100,00

Lote C – Maranhão, Piauí e Ceará

LT 500 kV Presidente Dutra – Teresina II, C3, 209 km;
LT 500 kV Teresina II – Sobral III, C3, 334 km.
Proponente Vencedor: Abengoa Concessões Brasil Holding
Deságio: 21,94%
RAP final: R$ 45.725.000,00

Lote D – Goiás

LT 230 kV Barro Alto – Itapaci, C2, 69 km.
Proponente Vencedor: Não houve interessados

Lote E – São Paulo

LT 500 kV Itatiba – Bateias, 399 km.
Proponente Vencedor: Não houve interessados

Lote F – São Paulo

LT 500 kV Araraquara 2 – Fernão Dias, 241 km;
SE 500/440 kV Fernão Dias (3+1R) x 400 MVA.
Proponente Vencedor: Não houve interessados

Lote G – Paraíba e Rio Grande do Norte

LT 500 kV Campina Grande III – Ceará Mirim II, C2, 196 km.
Proponente Vencedor: Neoenergia
Deságio: 6,29%
RAP final: R$ 18.790.000,00

Lote H – Pará e Tocantins

LT 500 kV Tucuruí II – Itacaiúnas, 272 km;
LT 500 kV Itacaiúnas – Colinas, C2, 291 km.
Proponente Vencedor: Isolux Energia e Participações
Deságio: 15,10%
RAP final: R$ 52.750.000,00

Lote I – Pará e Tocantins

LT 500 kV Xingu – Parauapebas C1, 414 km;
LT 500 kV Xingu – Parauapebas C2, 414 km;
LT 500 kV Parauapebas – Miracema C1, 409 km;
LT 500 kV Parauapebas – Miracema C2, 409 km;
LT 500 kV Parauapebas – Itacaiúnas, 115 km;
SE 500 kV Parauapebas.
Proponente Vencedor: Abengoa Concessões Brasil Holding
Deságio: 15,10%
RAP final: R$ 52.750.000,00

Lote J – São Paulo

LT 500 kV Araraquara 2 – Itatiba, 207 km;
SE Santa Bárbara D’Oeste, 440 kV, Compensador Estático (-300,+300) Mvar;
SE Itatiba 500 kV, compensador estático (-300,+300) Mvar.
Proponente Vencedor: Não houve interessados

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Ibama emite licenças de instalação para linhas de transmissão

Empreendimento com 1.854,51 km de linhas de transmissão atravessa 47 municípios dos estados de TO, MA, PI e BA
por Portal BrasilPublicado: 19/03/2015 12h44Última modificação: 19/03/2015 12h44
Divulgação/IbamaObjetivo é transmitir e ampliar a oferta de energia da rede básica do Sistema Interligado Nacional

Objetivo é transmitir e ampliar a oferta de energia da rede básica do Sistema Interligado Nacional

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) emitiu a Licença de Instalação nº 1052/2015 para a Linha de Transmissão 500 kV Miracema – Sapeaçu e subestações associadas.

O empreendimento é composto por 1.854,51 km de linhas de transmissão, e seu traçado atravessa 47 municípios nos estados de Tocantins, Maranhão, Piauí e Bahia, incluindo a travessia de três grandes rios brasileiros: rio Tocantins, rio Parnaíba e rio São Francisco.

O projeto contempla a interligação de seis subestações, sendo que quatro serão ampliadas, nos municípios de Miracema (TO), Bom Jesus da Lapa (BA), Ibicoara (BA) e Sapeaçu (BA), e duas construídas, nos municípios de Gilbués (PI) e Barreiras (BA).

Esse conjunto de linhas de transmissão e subestações compõe o Lote A do Leilão nº 007/2012, promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), e tem como objetivo atender à demanda de expansão do Sistema Interligado Nacional (SIN), capacitando a região Nordeste para o recebimento da energia gerada na UHE Belo Monte e possibilitando a exportação de energia para a região Sudeste na ordem de 6.000 MW.

O processo de licenciamento ambiental do empreendimento é conduzido pelo Núcleo de Licenciamento Ambiental da Superintendência do Ibama no Maranhão, que emitiu o parecer que subsidiou a emissão da licença e acompanhará a implementação dos programas ambientais previstos para a fase de instalação. A permissão foi dada na última segunda-feira (16).

LT Milagres – Açu

Na última sexta-feira (13), o Ibama emitiu a Licença de Instalação nº 1050/2015, com validade de 2 anos, para a implantação da Linha de Transmissão 500 kV Milagres II – Açu III e das subestações associadas (Milagres II e Açu III), referente ao sistema de transmissão que compõe o Lote E do Leilão ANEEL nº 07/2012.

O traçado da linha de transmissão, com 292 km de extensão, intercepta territórios de 18 municípios, sendo dois no estado do Ceará (Milagres e Barro), oito no estado da Paraíba (Cachoeira dos Índios, Cajazeiras, São João do Rio do Peixe, Sousa, Lastro, Santa Cruz, Bom Sucesso e Catolé do Rocha) e oito no estado do Rio Grande do Norte (Alexandria, João Dias, Patu, Messias Targino, Janduís, Campo Grande, Paraú e Assu).

O objetivo principal do empreendimento é transmitir e ampliar a oferta de energia da rede básica do Sistema Interligado Nacional, visando à integração das usinas eólicas, instaladas no litoral nordestino, ao referido sistema, de forma a propiciar maior confiabilidade no fornecimento de energia elétrica à Região Nordeste.

Saiba mais

O processo de licenciamento ambiental possui três etapas distintas:

Licença Prévia (LP) – Deve ser solicitada ao Ibama na fase de planejamento da implantação, alteração ou ampliação do empreendimento. Não autoriza a instalação do projeto, e sim a viabilidade ambiental, localização e concepção tecnológica.

Licença de Instalação (LI) – o estágio em que se encontra as linhas de transmissão Miracema – Sapeaçu. Autoriza o início da obra ou instalação do empreendimento. O prazo de validade dessa licença é estabelecido pelo cronograma de instalação do projeto ou atividade, não podendo ser superior a 6 (seis) anos. Empreendimentos que impliquem desmatamento depende, também, de “Autorização de Supressão de Vegetação”.

Licença de Operação (LO) – Deve ser solicitada antes de o empreendimento entrar em operação, pois é essa licença que autoriza o início do funcionamento da obra/empreendimento. Sua concessão está condicionada à vistoria. O prazo de validade é estabelecido, não podendo ser inferior a 4 (quatro) anos e superior a 10 (dez) anos.

Fonte:
Ibama

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Dilma visita obras da Transnordestina atrasadas há cinco anos no Piauí

Ferrovia começou a ser construída em 2006 e era pra ser entregue em 2010. Projeto prevê 1.753 quilômetros de ferrovia, beneficiando 81 municípios.

Catarina Costa e Patrícia AndradeDo G1 PI, em Paulistana

Dilma chega visita obras da Transnordestina (Foto: Catarina Costa/G1)Dilma chega visita obras da Transnordestina (Foto: Catarina Costa/G1)

A presidente Dilma Rousseff esteve no Piauí nesta sexta-feira (11) visitando as obras dos lotes 6 e 7 da ferrovia Transnordestina na cidade de Paulistana, Sul do estado

Dilma chegou em uma locomotiva acompanhada do governador Wellington Dias (PT), do presidente nacional do Partido Progressista (PP) Ciro Nogueira e de Ciro Gomes, ex-governador do Ceará e atual diretor da Transnordestina Logística S/A.

Dilma chega ao Piauí e visita obras da Transnordestina no estado (Foto: Catarina Costa/G1)Presidente Dilma percorreu trechos das obras da
Transnordestina no Piauí (Foto: Catarina Costa/G1)

A ministra da agricultura Kátia Abreu e o ministro dos transportes Antonio Carlos Rodrigues também acompanharam a presidente, que recebeu das mãos do presidente da Câmara de Vereadores de Paulistana o Título de Cidadã Paulistanense.

Essa é a primeira vez que Dilma visita as obras no trecho da ferrovia que passa pelo Piauí. A previsão do governo é de que depois de pronta a Transnordestina transporte até 30 milhões de toneladas por ano, com destaque para minério de ferro e soja.

A ferrovia começou a ser construída em junho de 2006, no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e deveria ter ficado pronta quatro anos depois, ao final do mandato. De acordo com o governo federal, o projeto prevê 1.753 quilômetros de ferrovia, beneficiando 81 municípios – 19 no Piauí, 28 no Ceará e 34 em Pernambuco.

Atualmente, a obra emprega mais de três mil operários apenas no Piauí e mais de seis mil no total. O trecho entre Eliseu Martins (PI) e Trindade (PE), passando por Paulistana, possui 423 quilômetros e já concluiu quase 50% das obras.

Trecho que passa pelo PI tem 423 km e já concluiu 52% das obras (Foto: Catarina Costa/G1)Trecho que passa pelo PI tem 423 km e já concluiu 52% das obras (Foto: Catarina Costa/G1)

O orçamento total para a construção nos três estados saltou de R$ 4,5 bilhões, em 2007, para R$ 7,5 bilhões, em 2013 e o governo estima que ao final mais de R$ 11 bilhões devem ter sido investidos. A previsão é entregar a ferrovia concluída em setembro de 2016, com seis anos de atraso em relação ao prazo inicial e cinco anos além do previsto no cronograma do balanço quadrimestral do PAC 2, divulgado em outubro de 2013.

“Quero voltar ao Piauí para entregar esse trecho até 2016”, falou a presidente após percorrer cerca de um quilômetro no canteiro de obras e acompanhar os operários fazendo a colocação de dormentes nos trilhos.

'Só tenho a agradecer por essa obra', disse o agricultor Augusto Vieira, de 65 anos (Foto: Catarina Costa/G1)Casal de agricultores fala da importância da obra
para a região(Foto: Catarina Costa/G1)

Quem mora na área próxima à futura ferrovia aguarda com ansiedade a conclusão dos trabalhos. “É uma obra de grande importância. Espero que ela mude a vida de todos, crie mais emprego para no estado, sem precisar as pessoas irem para longe, traga transporte e a abastecimento de água nesta região tão castigada pela seca”, falou o agricultor Augusto Vieira, 65 anos.

“Eu que moro há 45 anos aqui e ver uma obra dessa no sertão do Piauí, fica até diferente nosso lugar. Espero que meus filhos voltem de São Paulo e minha família possa viver num local desenvolvido”, declarou a agricultora Marilete Carvalho dos Santos

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